
A maquiagem preta nos olhos e o cabelo estilo ’sessentinha’ viraram hit, mas o visual desleixado virou fantasia de Halloween. Amy Winehouse lançou tendência, mas ao mesmo tempo serve de exemplo para o que nenhuma garota deve fazer e mostra: a linha entre o lixo e o luxo é tênue.

Lição #1: Não fazer mudanças radicais em períodos conturbados
TPM, término de namoro, decepções do cotidiano. São sempre nesse momentos que resolvemos cortar o cabelão na cintura igual ao da Victoria Beckham. E é logo depois que nos arrependemos e tudo acaba ficando pior cada vez que passamos na frente do espelho. Tá na TPM? Brigou com o namorado? Os dedos coçam para ligar pro cabeleireiro? Vá. Faça uma escova, uma hidratação, apare as pontas e faça as unhas. Limite-se a isso. Se quando os nervos voltarem ao estado normal você ainda quiser fazer parte do quadro “Um dia de princesa”, do ‘pograma’ do Netinho de Paula, vá em frente.

Lição #2: Comida também é vida!
Toda mulher acha que deve perder, pelo menos, dois kg. Emagrecer, em boa parte das vezes, é saudável. Parar de comer, não. Tem gente que eu nunca ví se alimentando, fica tapeando a fome com pirulito e bala (que contém açúcar, btw) e depois fica com os ossos da saboneteira saltados iguais aos da Amy. Emagrecer não é deixar de comer, é ingerir alimentos saudáveis e, se o médico autorizar, praticar algum exercício físico. Quando a gente não come direito, a pele fica feia (no caso da Amy, vai saber se é o pó, a falta de comida, ou os cacetes que rolam do namorado), desvitalizada e, por falta de vitaminas, o cabelo começa a cair. Quem quer ficar magra e careca levanta a mão!

Lição #3: Visitar o dentista
Se você tem preguiça de ir ao dentista, imprima a foto acima e coloque em algum lugar visível da sua casa. Duvido que você vai deixar de marcar aquela limpeza com o doutor.

Lição #4: Senso
Vamos combinar uma coisa? Nenhuma criançinha, senhora e nem eu (!) mereço ou quero ver a calcinha de ninguém na rua. Ainda mais se ela for do tipo cordão cheiroso, como chama meu pai. Cofrinho então, deveria ser segredo de Estado.
Ninguém merece usar a cintura logo abaixo dos petchos, mas não é preciso exagerar: a cintura da calça deve ser do tamanho ideal, nem muito baixa, nem muito alta. Antes de comprar, dentro do provador, você abaixa com a calça e vê: se seu cofrinho aparecer, esqueça. O caimento pode ser lindo e ela pode estar em promoção, mas mostrar o “banco central” só é permitido em um lugar, e não é na rua.

Lição #5: Não acredite em bobagens
Diz que não existe mulher feia, existe mulher pobre. Eu digo que o que existe é mulher mal cuidada. Hábitos e cuidados simples, podem garantir resultados inimagináveis. Seu cabelo é ruim? Cabelo não faz caridade. Um bom corte e cuidados transformam qualquer cabelo. As espinhas não dão trégua? Lavar o rosto pela manhã e antes de dormir e usar água oxigenada como tônico, ajuda. Quem se valoriza sabe se cuidar com qualquer orçamento.

Lição #6: sempre tem como melhorar
Amy Winehouse na foto acima? Não! Giselle Itie em ensaio para Revista Trip. Além dela, Isabelli Fontana também fez um ensaio de fotos ‘travestida’ de Amy. Sorte das duas a cantora não ser brasileira e não ter acesso a essas fotos: a inveja rolaria solta e dá-lhe olho grego!
Você sabe que exercício físico faz bem e todo aquele blábláblá mas tem preguiça de malhar? Ou então acha uó aquelas pessoinhas que vão de brinco de argola, maquiagem e sutiã de enchimento pra academia?
Pois é, eu também. Semana passada fui conversar com uma das donas da Curves de Osasco, a Regina Pizzotti. Para quem não sabe, a Curves é uma academia exclusiva ao público feminino, então, como diz uma amiga minha (oi? Manu?), não tem gente querendo dá, nem gente querendo comê (os namorados adoram, haha).
O diferencial de lá fica por conta do circuito de 30 minutos. Segundo a assessoria de imprensa deles, é o equivalente a uma hora e meia de ginástica convencional. Nessa meia hora, mulherada malha o o corpo inteiro revezando entre exercícios aeróbicos e aparelhos hidráulicos feitos para o corpo feminino. Nesses aparelhos a intensidade do exercício é proporcional à velocidade da execução.

Esses são os aparelhos hidráulicos, que ficam montados dessa forma em todas as filiais (essa é no Panamá!).
Lá não tem músicas manjada de academia: são remix de músicas de Cazuza e dá até pra soltar o lado brega cantando Tim Maia e Lulu Santos (o que pra mim é tudooo, hahaha).
As paredes são roxinhas e promoções fora do comum fazem parte da filial. Tem até promoção para quem vem malhar em dia de chuva!
A Regina me contou que era publicitária há 35 anos e decidiu abrir uma Curves depois de se associar a uma filial perto da casa dela. Foi sócia de lá um ano e meio e decidiu que deveria ajudar outras mulheres a encontrar a felicidade através do exercício físico, então se uniu com a prima (também chamada Regina) e escolheram Osasco para abrigar a academia. A moça é uma querida que sabe o nome de todas as clientes e atende o telefone falando É muito bom estar na Curves!
Antes de se associar, é preciso ter uma conversinha com as Reginas, pois elas querem saber toda sua história, problemas e etc, para fazer dos 30 minutinhos 3x por semana uma terapia muito mais divertida.
Quem se interessar, corre pra Curves mais próxima, porque quem levar brinquedos de doação pra lá, ganha descontro de R$ 200,00 na matrícula!
Eu e mamyz tamô combinando de ir comprar roupas iguais e malhar juntas ano que vem, haha

..esse é o malha funk!
Que Barack Obama virou fashion icon não é novidade nenhuma. Celebs como Sarah Jessica Parker e Beyoncé aderiram as camisetas nada bregas que diziam “Vote Obama” e transformaram a t-shirt em hit: mesmo aqui no Brasil já vi duas meninas usando a camiseta na faculdade.
Não por acaso, a próxima primeira dama Michelle Obama também mostra que, em matéria de moda, seguirá os passos do marido.
Assim como eu, Michelle acredita que se vestir bem não exija gastar rios de dinheiro. Com terninhos de 30 dólares, a primeira dama turbinava os looks com pérolas e acessórios que chamavam atenção pela simplicidade – e desbancava a alta costura de Sarah Palin e Cindy McCain.
Quem sabe o que vestir, fica bem em qualquer jeans de 40 reais. Conhecendo os limites de seu corpo e aprendendo a utilizar acessórios a seu favor, qualquer um pode se vestir bem. Um livro muito bom para isso é o do Esquadrão da Moda. Eu paguei 12 reais o meu, no Extra, faz uns dois meses, então acho que vale a pena dar uma pesquisada antes de comprar.
Ao contrário do que se pensa, Michelle, assim como nós, não tem um personal stylist para decidir o que irá vestir naqueles dias em que o moletom de plush pede para ser usado. Nessas horas, manter a simplicidade pode evitar um desastre. Equilibrio sempre!
Uma coisa que eu acho dispensável são marcas. Pra mim, bons eram os tempos em que a Nike ainda não tinha comprado a All Star e pagávamos 30 reais em um par de tênis. Pagar caro em uma etiqueta é uma coisa. Pagar caro por qualidade é outra. Quando você compra um jeans caro, mas que sabe que ele vai durar o resto da vida mais três dias, como diria minha mãe, vale a pena. Mas é importante saber que não são só em peças caras que encontramos qualidade.
Minha queridinha Sarah Jessica Parker, lançou no ano passado a loja Bitten, que focava em peças inspiradas na alta costura, mas com preços acessíveis. Não é chique vestir uma calça de mil reais e não ter dinheiro para pegar o ônibus. Chique é garimpar (aliás, é daí que vem o nome do blog) e encontrar peças em que o custo/benefício esteja equilibrado. Garanto para vocês que a felicidade de comprar algo bom e barato é muito maior do que estourar o limite do cartão de crédito.

Mesmo depois de 16 anos, o casal Obama troca olhares e carinhos a todo o instante, ao contrário das outras “primeiras-famílias”, que sempre parecem rígidas e com medo de falar mais do que devem. Talvez esteja aí o segredo de Michelle. A família Obama mostra ser mais que aparencias. Sempre me pego acreditando que dentro de casa eles sejam da mesma forma que aparecem na mídia.
Pode parecer um pouco ‘romantizado’ de minha parte, mas acreditem, não é. Sem felicidade não há Chanel ou Dior que levantem uma mulher.
Arquivado em: beleza
Quando tinha 10 anos de idade e assisti a cena do filme Eu ainda sei o que vocês fizeram no verão passado em que o assassino prendia a mulé dentro da câmara de bronzeamento eu jurei que nunca ia entrar em um negocio daqueles. Depois, quando assisti Premonição 3 em que as gurias morriam queimadas dentro da câmara, jurei mais ainda. Até que resolvi dar uma chance ao tal do bronzeamento artificial depois de consultar um milhão de pessoas.
Acontece que eu sou tão branca que meia calça cor de pele fica escura em mim, hahaha. Brincadeira, galhera, mas tenho deficiencia de melanina e NUNCA me bronzeio. Já tentei o tal do autobronzeador, mas depois de ficar parecendo uma cenoura, desisti. Nesse verão resolvi tomar cápsulas de betacaroteno para proteger a pele e ver se ajuda a ganhar uma corzinha, além de experimentar o bronzeamento.
Conversei com algumas pessoas e todas me afirmaram que, em câmaras seguras e sem exagero, não faz mal, afinal o “sol” que a gente toma ali seria equivalente ao sol das nove da manhã.
As clínicas de estética não cobram caro e todas tem marromenos o mesmo preço aqui nas redondezas de onde moro: entre 10 e 15 reais 15 minutos. Optei pela mesma clínica onde faço as sobrancelhas por questão de comodidade e confiança. Marquei a primeira sessão e lá fui eu, com o cu na mão morrendo de medo de sair queimada, vermelha, ou algum inimigo tentar me pegar bem alí, hahaha. Enfim, deitei lá no bagulho, a atendente me perguntou se eu ia bronzear o rosto e eu achei o máximo que dava pra escolher proteger o rosto, daí ela me deu os protetores para os olhos e fechou. Medo, pavooor de ficar lá dentro. Tentei relaxar porque já tinha pago. Não tinha coragem de abrir os olhos porque achava que ia ficar cega se olhasse para as lâmpadas.
Comecei a ouvir o tiozão (ui) que estava fazendo as unhas e bronzeamento na face conversando com a manicure do lado de fora e relaxei: Pelo menos se eu gritar vão me ouvir, pensei.
Acontece que acaba sendo até “confortável”, no final das contas. Os primeiros cinco minutos foram de medinho, depois relaxei e até cantei e dancei com as mãos Roller Coaster of Love, a músiquinha do Premonição 3 lá dentro.
Dá pra se mexer e na clínica tinha até um ventiladorzão na frente, então, de olhos fechados, eu imaginava um céu beem azul e a piscina na minha frente – com um potcha vento, haha. O que você sente é a mesma coisa de quando está no sol, sem tirar nem pôr.
Segundo o pessoal da clínica, os 15 minutos são como tomar quatro horas de sol e foi mais ou menos isso que eu achei ao ver o resultado. No final das contas ficou algo bem discreto, o que eu já esperava (haviam me avisado que eu iria precisar de, pelo menos, três sessões para aparentar bronzeada) e nem minha mãe reparou que eu tinha feito algo! E olha que mãe repara em tudo, hein? Não tô afim de ficar moreeena, só uma “corzinha-saúde” me basta.
Como sou beem branca, vou fazer duas ou três vezes essa semana, pra depois manter com sol uma vez por semana e pó bronzeador, hehe.
Meu sonho de consumo é encontrar um batomzão lindo que dê aquele up nos dias em que não há ânimo para fazer maquiagem alguma. Mas o problema é encontrar esse batom. Entre tantas cores de Avon, Vult e etc que muitas vezes não embelezam em nada a mulher é praticamente impossível achar um batom que combine com a face e o bol$o.
E para quem já encontrou seu batom perfecto, vale lembrar: e se pararem de fabricar? E se você estiver viajando e não encontrar? E o Bush (ou o Obama, o McCain, o Lula…) jogar uma bomba atômica exatamente na fábrica do batom?
Eis a solução!
Se você ainda não encontrou o batom perfecto, uma boa é misturar dessa forma uma ou duas cores e com um pouco de sorte, encontrar sua cor ideal (só não se esqueça de anotar o número/nome/marca para futuras misturas!). Confesso que juntei vários batons que estavam jogados aqui em casa e até meu pai se surpreendeu com as minhas “novas” cores.
E se você já tem sua cor ideal, e ela está acabando, lembre-se: ainda dá pra aproveitar o restinho do batom que fica láaa dentro do plástico e é impossível de passar. Dá uma raspadenha com a faquinha de manteiga, joga na colher e siga os passos do link
Para quem – assim como eu – não tem a mínima idéia de onde encontrar a embalagem para colocar o batom depois, fica a minha solução: peguei um daqueles estojinhos de sombras breeeegas que vira-e-mexe a gente ganha um de “presente no fim de ano”, tirei as sombras que não me interessavam (oi? algumas cores são usáveis, sim!) e joguei os batonzinhos novos alí.
Foi fácil e em menos de cinco minutos eu já tinha MINHA paleta de batons e sombras. E sem gastar R$1

E enquanto eu não acho meu batom perfeito, fico com meu blush liquido na cor pêssego de lip tint


