gariimpo


It’s Britney, bitch!
Dezembro 18, 2008, 8:20 pm
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Depois de Amy Winehouse, é a vez de aprender com Britney Spears aqui no blog.

Britney começou a carreira cedo, com 17 anos. Estorou com os hits Sometimes e Baby one more time e a carreira decolou nos quatro primeiros CD’s. Namorou com Justin Timberlake quando ele ainda era feinho e breguinha com aqueles cabelo cheio de luzes, bem no estilo Rodriguinho dos Travessos. Depois, casou em Las Vegas com um amigo de infância e apartir deste ponto a carreira começou a afundar mais rápido que o Titanic. Este ano lançou Circus, seu novo disco e parece que 2009 será um bom ano para Britney, bitch!

Lição #1: Ladrões de energia

Não sei você, mas eu acredito muito em gente que rouba energia dos outros. Kevin Federline deve ser um desses. Ele era um dos dançarinos da cantora e, dizem as más línguas que antes disso já era obcecado por ela. De alguma forma ele conseguiu conquistar Britney e depois disso a carreira dela começou a afundar cada vez mais.
O cara, que já era casado, deixou a mulher grávida para ficar com Britney. O que esperar de alguém assim?

brit

Lição #2: Siga sua intuição

Uns dois anos atrás, depois de alguns tapas na cara, aprendi a ouvir minha intuição e deveria ter ensinado isso a Britney. Como não posso (rá!), vou passar o ensinamento as minhas leitoras (oi? alguém? rs). Se você acha que um casamento não vai dar certo, desista. Saía correndo da igreja e não case. Se você acha que seu vestido é muito curto e algo que não deve aparecer vai aparecer, coloque a calcinha. Ouça aquela voz que insiste em falar ao seu ouvido. Se a cantora tivesse feito isso, talvez não tivesse ficado careca, dirigido com baby Spears no colo, etc etc.

Lição #3: Nem tudo que reluz é ouro

Cuidado com os curtos! Altas, baixa, gordinhas ou magrinhas: eles podem ficar lindos na vitrine da loja (lembre-se: os manequins não tem nada a esconder), e terríveis em você. Nessa foto parece que Britney colocou uma blusa, esqueceu as calças e saiu. Ninguém precisa esconder o corpo inteiro para sair de casa, mas não se esqueça que as pessoas que irão te ver na rua tem retinas – e elas não querem ter suas retinas queimadas com cenas como essas.

Lição #4: Saiba quem merece andar contigo

“A fragiliade e vulnerabiliade ao redor dela me faz sentir maternal em relação a ela.Eu me reconheço nela no início da minha carreira e eu também admiro o seu talento como artista”

Foi Madie quem disse isso sobre Britney, no documentário Britney: For The Record.

Essa não é uma daquelas lições no estilo Gossip Girl, onde você deve escolher as pessoas que vão estar ao seu lado por interesse. De forma alguma, deve andar com você quem te faz e te quer bem e só. E Madonna é um exemplo (também disso).

Parece que cantar Like a virgin na frente do espelho quando criança, deu certo, não é Britney?

Lição #5: Eles sempre vão lembrar dos seus piores momentos

Não importa quão boa você seja, sempre vão lembrar e dar mais destaque aos seus tombos do que as suas vitórias. Quando se fala de Britney, as imagens ruins são as primeiras a vir a cabeça de todos. E com um pouco (ou muito) esforço lembramos de seus bons momentos. Isso vale para reflexão interna de cada um de nós: quantas vezes ficamos felizes com os tombos alheios e nem ligamos para o que acontece de bom? Ou então, escutamos vários elogios, mas basta uma crítica para nos abalar. No atual momento, quando alguma merda acontece, eu penso: se a Britney conseguiu, EU consigo! Hahahahaha

Lição #6: Não desista!

Para (quase) tudo na vida existe solução. Pras drogas, rehab; pra falta da cabelo, aplique, pras gordurinhas, dieta, pro casamento ruim, separação. Depois de tuuuuuuuudo que passou, Britney está aí. De CD novo, bombando nos top bate cabelo/drag hits, com um aplique e um corpo melhor. Tá na bad? Se até a Britney conseguiu, colhega, tu consegue!



Minha primeira aventura em um brechó
Dezembro 11, 2008, 6:16 pm
Arquivado em: Sem Categoria, dica, moda | Tags: , , ,

Minha avó era uma senhorinha muito trendsetter. Estava sempre com as unhas bem pintadas de algum tom escuro (menos preto! Acredito que um tom tão forte como preto não combinava com uma pessoa tão alto-astral), sempre usando suas jóinhas e sempre bem vestida.

Lembro de uma vez em que uma pessoa muito parecida com ela saiu em uma daquelas sessões de revistas sobre o que não vestir. Riu com a situação, mas deixou bem claro que não tinha nenhuma roupa parecida com aquelas.

Foi minha avó que me ensinou a secar o cabelo e a passar silicone nas pontas – isso em 1999, muito antes de todo mundo fazer isso. E eu acredito que a mania de comprar produtos de beleza em farmácia ou em lojinhas de bairro também tenha vindo dela.

E minha avó vira e mexe comprava em brechós. Ela falava que era ‘roupa de defunto’ (segundo ela, os parentes mercenários de algum falecido vendiam as roupas do morto para brechós) e isso sempre me assustou. Mas, sábia que era, sempre respondia: “Você deve ter medo dos vivos, isso sim. Os mortos estão lá, enterrados”. Estava certa.

Eis que um brechó com nome engraçadinho abriu perto da redação onde trabalho. ‘Era uma vez um gato xadrez’, chama-se. O nome ficou grudado na minha cabeça por um bom tempo e eu cheguei até a sonhar (!!) com ele. Essa semana, estava saindo para cobrir a visita do digníssimo Nosferatu/Sr. Burns, aka José Serra a Carapicuíba (??) quando algo chamou minha atenção na vitrine do tal brechózinho.

Era uma bolsinha no estilo da clássica Chanel. Não era igual, mas parecida. Não queria uma ‘réplica perfeita’ como costumam chamar os chineses da 25 de março, só queria algo parecido, como a bolsa exposta.

Entrei no brechó com um pouco de medo, confesso, mas apesar do cheirinho de coisa velha (gente alérgica é uma desgraça), não me pareciam ‘roupas de defunto’. A dona da loja foi uma querida e me mostrou todos os modelos e cores disponíveis. Ela assegurou que todas eram novas, mas na minha veio uma moeda de 50 centavos e um grampo de brinde.

Ela não passava Visa e eu tive que ir até o caixa eletrônico tirar dinheiro (desde que eu quase fui assaltada as 9h da manhã do lado da faculdade, não ando mais com dinheiro, só com umas moedas e olhe lá).

No fim das contas paguei 15 reais em uma graçiiiiiiinha de bolsa que estou apaixonada e pensando em ir lá comprar mais umas para a coleção. Aliás, R$ 14,50, né? Já que vieram 50 centavos de brinde, hahahaha.

Mischa Barton te despreza!



Keep it simple
Dezembro 11, 2008, 5:19 pm
Arquivado em: Sem Categoria

Uma vez ouvi alguém dizer que só as mulheres conseguem ser sexies com um jeans e camiseta.

Hoje eu tô assim, sissintindo com skinny jeans, camiseta branca e bolsinha do brechó (aguarde post!). Cara lavada e cabelos molhados.

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(a bolsa não é Chanel, mas poderia ser, rs)

Algumas coisas nascem exatamente para isso, fazer com que a gente se sinta bonita com pouco.