gariimpo


MiGuXXasSS pÁh SeMpRRiii!
Outubro 30, 2008, 4:03 pm
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Texto para o Tudo de Blog, da Capricho

Acho muito bonito quando esse estilo ‘miguxa’ saí das palavras ocas no Orkut e vira realidade. Nayara e Eloá se conheceram esse ano e foi o bastante para que uma, querendo ou não, arriscasse a vida pela outra. Fora dos noticiários, a vontade de se dar bem é muito maior do que uma amizade verdadeira e pura.
E é por isso que não venero a atitude de Nayara. Gostaria de saber o que leva uma garota de 15 anos a, depois de ser seqüestrada, levar um tiro no rosto e ser informada sobre a morte da melhor amiga, pedir aos médicos a visita do jogador Alexandre Pato. Nayara conseguiu o que poucas garotas dessa idade conseguem: deixou o anônimato – na vida real e no Orkut –, ganhou o posto de “melhor amiga do ano” e se tornou piada nacional. Tudo em menos de duas semanas.



..but i said no, no, no
Outubro 27, 2008, 7:23 pm
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Diz que Kate Hudson deu uma festa de Halloween quente sábado. Cindy Crawford apareceu de Amy Winehouse e Gwen Stefani de ovo frito.

Fantasia de Amy: só no Halloween MEIXMU!



Quando a mídia transforma seriedade em ridículo
Outubro 22, 2008, 6:28 pm
Arquivado em: Sem Categoria, divagando, opinativo

Brasil comovido com a morte da menina Eloá. Matérias em jornais e sites internacionais mostram o país em seu ‘melhor’ ângulo. Santo André tem o trânsito parado com velório e enterro da garota. Irmão dá entrevista no local do crime em programas sensacionalistas apenas um dia após a morte de Eloá. Pessoas tiram fotos da menina no caixão. Faixas, palmas, música preferida cantada pelos conhecidos. Desconhecidos dão declarações aos jornais afirmando que “mesmo sem conhecê-la, queria dar um último adeus”. Nayara, a amiga que voltou ao cativeiro, pede a visita de Alexandre Pato, jogador do Milan. Pai de Eloá é procurado pela polícia de Alagoas. ‘Justiça’ seja feita: Advogado de Nayara quer indenização de R$ 2 milhões do estado.

Deitados sobre a ‘fama momentânea’ de Eloá, todos querem um lugar ao Sol. Seja colocando no Orkut fotos do corpo da menina no caixão, seja fazendo pedidos absurdos.

Veja bem, por um momento cheguei até a me comover com toda essa estória. Eu, que não sou nem religiosa, acendi uma vela pela menina. Pensava constantemente sobre o assunto e até durmi mal por ficar pensando quantos Lindembergues poderiam vir atrás de mim. Ontem, depois de ver que Nayara pediu a visita de Pato, desisti.

O que leva uma garota de 15 anos, cuja amiga acabou de falecer da forma mais trágica possível, fazer um pedido desses? O que levam os pais da garota a pedir R$ 2 milhões de indenização? Os interesses, óbvio. Oportunidade como a deles de ‘arrancar uma graninha’ daqueles que mais ‘arrancam uma graninha’ de todos nós não aparece todos os dias. Oportunidade como a dela de dar uma de coitadinha, conhecer o ‘ídolo do momento’ e ainda ter a chance de aparecer em mais revistas semanais é rara.

Mais uma vez a mídia tornou um fato que talvez até seja corriqueiro em algo único, extraordinário. No início do ano, meses após a morte de Isabella Nardoni, crianças supostamente mortas pelos pais apareceram aos montes em programas da tarde, que tentavam esquentar o mesmo fato pela milésima vez. De sábado para cá, pude ler sobre dois ‘companheiros’. Um matou a namorada em Sorocaba, outro seqüestrou a mulher por seis horas em Itapecerica da Serra.

No fim, ninguém consegue exatamente o que quer.



Sobre como eu perdi a fé na humanidade – Pt. II
Outubro 21, 2008, 3:14 pm
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Não sei bem porque, mas acredito que seja muito difícil conhecer a alma de alguém. Anos de amizade, ou mesmo de respeito, podem se acabar com o uso de uma palvra inadequada.

Minha pessoa (e confesso que nem esta conheço bem) pensa que são os pequenos atos que definem o verdadeiro lado B de quem convive conosco. Me chame de chata, paranóica ou diga que morrerei solitária, mas uma palavra vinda da boca de outra pessoa pode acabar com todos os conceitos (bons ou ruins) que trago sobre você.

São nas pequenas atitudes que vemos a boa ou má índole das pessoas. Uma palavra grosseira ou mesmo um comentário indevido sobre algo indelicado são coisas que alteram os pólos de meus conceitos.

Na hora, o inconformismo toma conta de mim.

Depois, com a cabeça fria, lembro o quanto já vi o mundo ensinar. Então tenho pena. E nada é pior do que isso.



Se não mata, fortalece
Outubro 20, 2008, 3:53 pm
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O coração, aquele que batera forte e rápido durante o primeiro beijo, o pedido de namoro, as intimidades, as cem horas de cárcere. Aquele órgãozinho miserável que a colocara em péssimos bocados hoje já não batia mais. Este, que a fizera sofrer tanto, agora bate em outro peito.

“O primeiro e o último pensamento do dia”, descrevem os mais tolos enamorados. Em uma mente com pouco mais de uma década de uso ele já não era mais seu pensamento. Não acontecia mais nada dentro daquela cabela, daquele cérebro.

“Morrer de amores”. Julieta tinha apenas treze anos. Eloá, quinze. Romeu preferiu morrer a ficar sem a amada. Lindemberg preferiu matar a ficar sozinho.

Engraçado pensar como a vida é estúpida e frágil e a vangloriamos tanto que o menor dos passos pode virar páginas bruscamente. Trágico e até ironico pensar que uma paixão, tão oca, miserável e infantil pudesse matar.



Sobre minha primeira sessão de bronzeamento
Outubro 12, 2008, 6:58 am
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Quando tinha 10 anos de idade e assisti a cena do filme Eu ainda sei o que vocês fizeram no verão passado em que o assassino prendia a mulé dentro da câmara de bronzeamento eu jurei que nunca ia entrar em um negocio daqueles. Depois, quando assisti Premonição 3 em que as gurias morriam queimadas dentro da câmara, jurei mais ainda. Até que resolvi dar uma chance ao tal do bronzeamento artificial depois de consultar um milhão de pessoas.
Acontece que eu sou tão branca que meia calça cor de pele fica escura em mim, hahaha. Brincadeira, galhera, mas tenho deficiencia de melanina e NUNCA me bronzeio. Já tentei o tal do autobronzeador, mas depois de ficar parecendo uma cenoura, desisti. Nesse verão resolvi tomar cápsulas de betacaroteno para proteger a pele e ver se ajuda a ganhar uma corzinha, além de experimentar o bronzeamento.
Conversei com algumas pessoas e todas me afirmaram que, em câmaras seguras e sem exagero, não faz mal, afinal o “sol” que a gente toma ali seria equivalente ao sol das nove da manhã.
As clínicas de estética não cobram caro e todas tem marromenos o mesmo preço aqui nas redondezas de onde moro: entre 10 e 15 reais 15 minutos. Optei pela mesma clínica onde faço as sobrancelhas por questão de comodidade e confiança. Marquei a primeira sessão e lá fui eu, com o cu na mão morrendo de medo de sair queimada, vermelha, ou algum inimigo tentar me pegar bem alí, hahaha. Enfim, deitei lá no bagulho, a atendente me perguntou se eu ia bronzear o rosto e eu achei o máximo que dava pra escolher proteger o rosto, daí ela me deu os protetores para os olhos e fechou. Medo, pavooor de ficar lá dentro. Tentei relaxar porque já tinha pago. Não tinha coragem de abrir os olhos porque achava que ia ficar cega se olhasse para as lâmpadas.
Comecei a ouvir o tiozão (ui) que estava fazendo as unhas e bronzeamento na face conversando com a manicure do lado de fora e relaxei: Pelo menos se eu gritar vão me ouvir, pensei.
Acontece que acaba sendo até “confortável”, no final das contas. Os primeiros cinco minutos foram de medinho, depois relaxei e até cantei e dancei com as mãos Roller Coaster of Love, a músiquinha do Premonição 3 lá dentro.
Dá pra se mexer e na clínica tinha até um ventiladorzão na frente, então, de olhos fechados, eu imaginava um céu beem azul e a piscina na minha frente – com um potcha vento, haha. O que você sente é a mesma coisa de quando está no sol, sem tirar nem pôr.

Segundo o pessoal da clínica, os 15 minutos são como tomar quatro horas de sol e foi mais ou menos isso que eu achei ao ver o resultado. No final das contas ficou algo bem discreto, o que eu já esperava (haviam me avisado que eu iria precisar de, pelo menos, três sessões para aparentar bronzeada) e nem minha mãe reparou que eu tinha feito algo! E olha que mãe repara em tudo, hein? Não tô afim de ficar moreeena, só uma “corzinha-saúde” me basta.

Como sou beem branca, vou fazer duas ou três vezes essa semana, pra depois manter com sol uma vez por semana e pó bronzeador, hehe.



Personal-Paleta
Outubro 7, 2008, 11:54 pm
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Meu sonho de consumo é encontrar um batomzão lindo que dê aquele up nos dias em que não há ânimo para fazer maquiagem alguma. Mas o problema é encontrar esse batom. Entre tantas cores de Avon, Vult e etc que muitas vezes não embelezam em nada a mulher é praticamente impossível achar um batom que combine com a face e o bol$o.

E para quem já encontrou seu batom perfecto, vale lembrar: e se pararem de fabricar? E se você estiver viajando e não encontrar? E o Bush (ou o Obama, o McCain, o Lula…) jogar uma bomba atômica exatamente na fábrica do batom?

Eis a solução!

Se você ainda não encontrou o batom perfecto, uma boa é misturar dessa forma uma ou duas cores e com um pouco de sorte, encontrar sua cor ideal (só não se esqueça de anotar o número/nome/marca para futuras misturas!). Confesso que juntei vários batons que estavam jogados aqui em casa e até meu pai se surpreendeu com as minhas “novas” cores.

E se você já tem sua cor ideal, e ela está acabando, lembre-se: ainda dá pra aproveitar o restinho do batom que fica láaa dentro do plástico e é impossível de passar. Dá uma raspadenha com a faquinha de manteiga, joga na colher e siga os passos do link :)

Para quem – assim como eu – não tem a mínima idéia de onde encontrar a embalagem para colocar o batom depois, fica a minha solução: peguei um daqueles estojinhos de sombras breeeegas que vira-e-mexe a gente ganha um de “presente no fim de ano”, tirei as sombras que não me interessavam (oi? algumas cores são usáveis, sim!) e joguei os batonzinhos novos alí.

Foi fácil e em menos de cinco minutos eu já tinha MINHA paleta de batons e sombras. E sem gastar R$1 :)

E enquanto eu não acho meu batom perfeito, fico com meu blush liquido na cor pêssego de lip tint



Sobre como eu perdi a fé na humanidade – Pt. I
Outubro 2, 2008, 11:17 pm
Arquivado em: divagando

Ela seria tudo aquilo que você gostaria de ser/ter. De longe, não era feia. Sem sorrir, chamaria a atenção. Não fosse o queixo grande e o nariz que chegaria aos céus de tão empinado, seria bonita. De óculos, sem mostrar os dentes, você a acharia inteligente. Se estivesse a assistindo na Lua, você a acharia simpática.
Não fosse a educação fina que recebeu – provavelmente em Paris, anunciaria arrotos e gases. E acharia bonito. Quando fala, sounds like quem detém o mundo em suas mãos. Ou pés.

Até que um dia você cansa. Cansa dos papos – sempre com preços inclusos e infinitamente expressos, cansa do nível e cansa da burrice: ela poderia até ter todo o material que você gostaria de ter, mas você sabe como tratar bem as pessoas e entende de literatura.