gariimpo


I’m not a plastic HEAD
Janeiro 31, 2008, 8:45 pm
Arquivado em: divagando, moda


Você sabia que uma sacola de plástico do supermercado pode levar até duzentos anos para se decompor ?

A idéia de fazer sacolas de tecido em lugar as de plástico é ótima… no papel. Se uma sacola de plástico leva duzentos anos para se decompor, quantos anos um brasileiro com um salário mínimo vai levar para comprar uma sacola de tecido de duzentos reais ? Não faz sentido que em um país como o nosso estilistas ainda percam tempo estilizando sacolas por preços que variam de noventa a trezentos reais e ainda saiam com fama de eco-friends. Eco-friends são aqueles que abrem oportunidades de qualquer um, seja qual for sua classe social, ter a chance de aprender e compreender como ajudar a natureza.

De pouco adianta produzir um desfile ao lado do Tietê em forma de protesto enquanto criam roupas e acessórios ecológicamente corretos por preços grotescos: será preciso ser rico para ajudar o planeta ? Mais do que nunca hoje a moda tem chances de mostrar ser muito mais que corpos magros e rostos maquiados; então quando vai fazê-lo ?



Para o Carnaval
Janeiro 31, 2008, 6:31 am
Arquivado em: dica

Depois do melhor protetor do verão, o Nívea Sun Light Feeling, que protege e ainda garante um bronze até para as branquelas (e olha que eu não bronzeio nem se passar limão como protetor !), o que promete agora é o novo protetor da Neutrogena em aerosol, que faz o serviço da água-maravilhosa-thermal refrescando e protegendo entre um mergulho e outro. Ótimo dois-em-um pra carregar na bolsa da praia e da academia.



Favor ignorar
Janeiro 31, 2008, 6:12 am
Arquivado em: Sem Categoria


Fugalaça, Mayra Dias Gomes
Janeiro 30, 2008, 3:43 pm
Arquivado em: divagando


Não confunda Mayra Dias Gomes, com seu pai, Dias Gomes. Mayra possuí um quê de Clarice Lispector – dada as devidas proporções. Assim como Clarice, escreve com a alma feminina, de forma que apenas mulheres conseguem entender e trocar de lugar com a personagem Satine.
O primeiro capitulo – primordial para descobrir se o livro vale a pena ou não – faz o leitor não querer parar de ler até o fim, ao mesmo tempo em que a vontade é que o livro não o tenha. Infelizmente esse ritmo é inconstante: por (poucas) vezes o sono domina a leitura; mas é nos mesmos picos de autos e baixos do humor da autora que as quase trezentas páginas de leitura fluem (in)constantemente bem.



Fresh new
Janeiro 24, 2008, 7:48 pm
Arquivado em: divagando

Ano-Novo na praia, cheia de gente, tendo que esperar trinta minutos pra comprar oito pãezinhos e ainda correr o risco de ficar pelo menos quatro horas na estrada, no transito ? No way. Luxo é ir pra cidade do interior cheia de gente querida, com piscina limpinha, milk-shake de todos os sabores e ainda voltar cheia de coisas novas, para celebrar o novo ano :)
Salto é uma cidadezinha no interior de São Paulo, descoberta por meu pai pelo rádioamadorismo. Em 1998 meu pai resolveu se converter a cidade, e comprou uma casinha por lá. Desde então meus finais de semana e meus verões tem lugar garantido, pois Salto não é somente a única cidade que vende empada frita, Salto é também, na minha opinião, a cidade mais quente e de sol mais forte daqueles cantos.
Salto é composta do maior número de pessoas fofas por metro quadrado e, na maioria das vezes, meu refúgio. Algumas vezes a melhor coisa é deixar tudo para trás, mesmo que seja somente por alguns dias.
Quem mora lá, mal sabe que Salto é o recheio do sanduíche: fica entre Itu, Campinas e Sorocaba, suficientemente longe de raves, e perto o bastante do sossego – na medida certa, até quando se curte raves e odeia sossego.

Depois de dez dias por lá (mais dez sem internet por aqui), posso dizer-me renovada.

E, se 2008 for como a minha virada de ano, que venha voando !